quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Para lançar tarot

Para fazer lançamentos de tarot, há algumas coisas que devem ser tidas em conta entre aquilo que fui lendo e aquilo que fui aprendendo há medida que comecei a abrir os lançamentos de tarot a outras pessoas, gostaria de deixar esta publicação feita.
Em primeiro lugar o tarot é algo relacionado com as energias logo, quem lança as cartas capta a energia de quem está a ser consultado de forma a que no baralhar das cartas, as vibrações energéticas de quem faz a pergunta, passem para o baralho de forma a que este responda às questões de quem precisa de orientação. Se assim não fosse, o baralho mostraria sempre as orientações para as questões que estão na mente de quem faz os lançamentos. Daí serem pedidos dados específicos como nome e data de nascimento. Eu pessoalmente gosto de pedir hora e local também para poder através do mapa astral conectar-me melhor com a essência da pessoa a quem estou a fazer a consulta. Sempre que na nossa consulta existem outras pessoas que estão envolvidas na questão a colocar, pelo menos o nome e a data de nascimento devem ser dadas, pois se há outras pessoas envolvidas então a ligação entre energias já tem que funcionar em trio quarteto, seja o que for. Quem lança as cartas tem que sentir a energia da pessoa que coloca a questão bem como a da pessoa que também está envolvida nessa questão. Mas atenção, quem lança cartas não pode lançá-las para responder a questões sobre outra pessoa que não a que coloca as questões sem autorização a não ser como já referi se esta pessoa estiver envolvida na situação em  conjunto com quem coloca a questão.
Vamos a um exemplo: a pessoa A está envolvida emocionalmente com a pessoa B mas sente que algo de estranho se passa, neste caso a consulta pode ser feita pois com o nome e data de nascimento de B com quem A tem uma relação a ligação energética existe, e a pessoa A quer uma orientação sobre essa relação.
Na situação pessoa X desconfia que algo de estranho se passa na relação de Y e Z e por questões de amizade, parentesco seja o que for, quer saber para tentar ajudar, esta questão não pode ser colocada nem quem lança deve aceitar realizar essa consulta pois a pessoa X nada tem a ver com a questão entre Y e Z em termos energéticos. a única excepção a esta situação é se X for mãe de Y ou de Z porque aí, a ligação energética existe.
Por estranho que possa parecer, mas que ouvi a taróloga Maya afirmar isso no seu programa de consultas, entre irmãos também não há ligação energética para um perguntar ao tarot pelo outro salvo se o assunto for de família como partilhas heranças vendas de bens familiares em que ambos estejam envolvidos.
As relações interpessoais que têm ligação energética para que um possa realizar consulta perguntando sobre o outro são: casais (marido/ mulher; unidos de facto, namoro) e pai ou mãe/filho.
Muita gente coloca questões ligadas à sua saúde, finanças amor e quer saber quanto tempo esperar para poder colocar novamente questões sobre esse assunto. o mínimo são 21 dias, antes de 21 dias não é conveniente uma pessoa que já fez consulta voltar a consultar-se sobre o mesmo tema (também isto, fiquei a saber pelo programa televisivo da taróloga Maya)
Voltando à questão das energias, quem lança cartas claramente tem uma sensibilidade que lhe permite conectar-se às pessoas que procuram a orientação das cartas, mas além de ter essa sensibilidade, quem trabalha com o baralho tem que estar aberto a receber as energias de quem recorre a ela, daí a necessidade de estar só, quer quem lança as cartas quer quem coloca a questão para não existirem transferências energéticas que não é suposto, pois já basta quando temos que criar ligação à energia de uma outra pessoa envolvida na pergunta que foi feita. Se juntarmos a isso um perfil de uma pessoa que absorve as energias sejam elas de que tipo forem, boas e más, conseguem imaginar o que pode acontecer, entre a dor de cabeça o cansaço extremo, e eventuais doenças mesmo que seja uma simples constipação, tudo pode acontecer pois o nosso corpo espelha o estado energético com que estamos. Um dos motivos que me leva a a mim pessoalmente a suspender com frequência as consultas é esse mesmo, eu não aguento estar muitos dias seguidos a lançar cartas para duas ou três pessoas por dia porque sendo aquilo que chamam esponja ou cofre aberto as energias passam para mim e ficam e ao fim de dois dias ou três fico completamente exausta com dores de cabeça e outras coisas mais. Claro que pessoas mais experientes estão abertos às energias, apenas o necessário para realizar a consulta e estão capacitados para que o organismo limpe a entrada de outras energias no final, coisa que eu ainda não consigo fazer. Outra das coisas aconselhável, na minha opinião é que sempre que na vida pessoal de quem lança cartas há alguma alteração seja por andar mais preocupado, seja por uma situação grave a nível familiar, uma vez que as suas energias estão centradas nisso a pessoa não deve lançar cartas para outras pois é provavel, que como referí no início receba respostas para aquilo que o preocupa. Outra coisa é que as respostas dadas pelas cartas não devem ser omitidas nem se deve dizer o que as cartas não dizem pois estas não mentem e eu acredito que a lei do retorno existe. Logo está na sensibilidade de cada um quando as respostas que temos nas cartas não correspondem, ao que sabemos ser a expectativa de quem coloca uma questão dizer as coisas de um forma assertiva para que não restem dúvidas, mas com algum tacto, até porque no meio de uma resposta contrária às expectativas, regra geral as cartas indicam que algo melhor está por vir, por vezes para conseguirmos atingir o que queremos temos que romper com coisas, pessoas ou situações que nos estão a prender e são a razão pela qual as coisas não funcionam. por vezes aquele emprego não é aquele que nos trará a alegria, a remuneração e a realização esperada e mais vale optar pela outra hipótese pois por aí teremos mais chance de ser bem-sucedidos embora as aparências indiquem o oposto. Mas se são essas as respostas, elas têm que ser transmitidas, até porque em última instância todos somos dotados de livre arbítrio e podemos por isso, decidir que iremos no sentido oposto à orientação das cartas. Aí quem lança cartas já não tem palavra a dizer. A função de quem interpreta a orientação das cartas é transmiti-la de forma clara, objectiva e assertiva assegurando-se que a pessoa entendeu aquilo que ouviu.
Mas o tarot no fundo, representa o percurso da vida as capacidades que temos com os objectivos que queremos alcançar, a forma como optamos ou não usá-las e consoante as nossas escolhas relativas às capacidades podemos sofrer e ter que voltar atrás e recomeçar até acertar quando escolhemos o caminho da dor, podemos optar por fazer aquilo que nos agrada indo pelo prazer que nos fará voltar atrás ao ver que não resultou para então depois fazer a escolha certa ou não podenos ir pelo caminho da esperança, sabendo reconhecer que poderemos optar de forma errada mas vamos sempre a tempo de voltar atrás, ou finalmente optar pelo caminho da evolução em que conseguimos realmente avançar e sabemos que é por ali que vamos conseguir, para então numa nova fase naturalmente a um nível diferente continuarmos a passar pelo processo que esta vida é que de uma forma muito simples e directa poderia viver que a nossa vida é o resultado e consequência das escolhas que fazemos desde que nascemos até ao dia em que mudamos de plano

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