Conforme já escrevi num comentário à primeira publicação deste ano, a vida, é feita de ciclos/fases na qual os dias se vão sucedendo. Creio que dificilmente um dia seja por si só equivalente a uma fase, da mesma forma que cada carta do dia, mais do que orientar apenas esse dia, aponta para detalhes muito concretos da fase que atravessamos. Por isso, quando tiramos uma carta do dia esporádicamente, ou uma por dia, devemos contextualzar com a fase em que vivemos. Daí que, no caso do que pretendo fazer, acredito que é há medida que as cartas vão saindo, que se tem a panorâmica cada vez mais alargada e as orientações sobre o que podemos fazer, tendo em conta o ciclo que atravessamos. Assim, mesmo com uma carta diferente todos os dias, penso que é importante não esquecer cartas lançadas nos dias anteriores, porque é isso que poderá eventualmente clarificar a nossa mente perante as questões para as quais procuramos resposta.
A carta do dia não é uma previsão, e muito menos, invalida carta(s) do (s) dia(s) anteriore(s)
Infelizmente, cada dia não é um começar do 0, é o continuar de um padrão que vem de trás ou quebrá-lo para começar outro, que se estende por uma sequência de muitos dias, e as cartas do dia quando guardamos e mantemos presente aquilo que nos vão dizendo e mostrando ao longo dos dias, é que nos permite compreender e ganhar a estrutura para romper um padrão que não nos serve, para dar inicio a outro ou manter o padrão porque temos um maior conhecimento de que o padrão que temos é apropriado e que até prova em contrário, devemos tentar mantê-lo e de que forma o podemos fazer.
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